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Cães idosos precisam de cuidados especiais

Atualizado: 20 de mai. de 2022

Especialistas indicam atenções redobradas com os cães idosos. Com orientação de veterinários, listamos aqui as adaptações que devem ser feitas na rotina do seu cãozinho idoso.


O processo de envelhecimento canino é bastante similar ao do homem, já que apresenta vários inconvenientes e doenças semelhantes. Para quem não sabe, os cães também podem sofrer de artrite, mal de Alzheimer e depressão. Problemas como esses e outros, decorrentes da idade, são diagnosticáveis desde o início pela observação das mudanças comportamentais e pela realização de exames veterinários. Ao chegar na terceira idade, idas ao veterinário têm de ser frequentes. (Foto: Pixabay)

Assim como os humanos, os cães também envelhecem. É uma sentença que pode fazer o sorriso dos tutores entristecer. A relação dos animais com os humanos é de muito afeto e companheirismo e, imaginar que, conforme os anos passam, mais velhos e cansados ficam os cãezinhos, é doloroso. No entanto, é necessário encarar a realidade e saber lidar com um cachorro na terceira idade.


Aquela história de que 1 ano de idade do cachorro equivale a 7 de um ser humano não serve de parâmetro. O porte do animal é o principal fator para estabelecer o início da terceira idade para os cães.


“Cães pequenos e médios tornam-se maduros entre 7 a 8 anos de idade, enquanto os de portes grande e gigante atingem a maturidade mais precocemente, a partir de 5, 6 anos”, explica a veterinária Wandréa de Souza.


Além da idade, alguns sinais físicos são dados quando o animal atinge a velhice. “Na senescência (sinônimo de envelhecimento saudável), os cães já viveram aproximadamente 75% da sua expectativa de vida e os sinais de envelhecimento tornam-se evidentes: redução na atividade física, aumento do sono, perdas sensoriais (visão, olfato, paladar), alteração no consumo de alimentos, alterações na composição e peso corporal”, explica a veterinária.


Segundo Wandréa, isso ocorre por volta dos 10 ou 12 anos, em cães de portes menores, e aos 7 anos, nos cães de portes maiores. Assim como os humanos, o cuidado com um cachorro idoso tem de ser redobrado, afinal ficam mais frágeis e suscetíveis a doenças. Portanto, aqui, listamos as adaptações que devem ser feitas na rotina desses animais. Vajamos:


  • Lugar do repouso: a mudança deve começar pela casa. Deve-se evitar que o cão fique muito tempo deitado sobre pisos úmidos e frios ou em locais em que haja muita incidência solar. A caminha, portanto, deve ficar em locais com temperatura amena e sem vento. Além disso, o local tem que ser de fácil acesso, porque na idade avançada os cães ficam mais cansados e a dificuldade de encontrar a cama pode ser exaustiva;

  • Visitas regulares ao veterinário: assim como os idosos humanos têm de ir ao médico com mais frequência, os cães devem ser levados ao médico veterinário com mais regularidade. Isso porque existem doenças que escolhem a idade idosa do animal para aparecer. A ida ao veterinário pode ajudar na sua prevenção. Dentre as doenças oportunistas dessa idade, estão o câncer, doenças dentais, artrite, problemas renais, doença da próstata, catarata, hipotireoidismo, doença de Cushing, incontinência urinária, olho seco, epilepsia, doença gastrointestinal, doença inflamatória intestinal, diabetes mellitus, obesidade, anemia, problemas de coração e doença hepática;

  • Exercícios físicos: a quantidade de exercícios físicos diários realizados, o que inclui os passeios, deve ser diminuída, mas não excluída. As saídas continuam sendo importantes para sua saúde, além de prazerosas para os cães, entretanto, devem ser feitas com mais lentidão e o acompanhante deve estar atento ao ritmo do cão. A veterinária lembra que somente o veterinário poderá recomendar o tipo de exercício, intensidade, duração e frequência ideais para cada paciente;

  • Alimentação: este é um dos aspectos mais importantes no envelhecimento dos cães. “Na senescência, o cão tende a perder peso e massa muscular. Para prevenir que esse quadro evolua para sarcopenia e comprometa o sistema imune, os cães devem receber alimentos completos e balanceados, que contenham proteínas de alta qualidade e uma quantidade superior de calorias”, aconselha Wandréa. Ela cita ainda suplementos alimentares à base de 'ômega 3' de origem marinha e antioxidantes, como aliados na minimização dos sinais de envelhecimento;

  • Higiene: por último, mas não menos importante, a veterinária lembra que os hábitos de higiene com o cão idoso também devem ser adaptados. Os banhos continuam, mas de forma moderada. Se não deve haver exagero com os mais novos, com os idosos é que o exagero deve ser cortado de vez. O ato de lavar o cão pode retirar sua oleosidade natural, que é responsável por proteger o animal de infecções e fungos. Para higienizá-lo, na medida certa, vale seguir a dica de dar banho de acordo com a necessidade da raça. Por exemplo, os cães de pelos longos devem ser penteados, diariamente, para que o óleo protetor seja espalhado pelo corpo.


Principais mudanças


“As visitas ao veterinário devem se tornar mais frequentes”, explica o veterinário Mário Marcondes, de São Paulo. Enquanto os cães mais jovens devem passar por avaliações veterinárias anuais, os idosos precisam ter a saúde conferida pelo menos a cada seis meses. Nessas consultas, exames de rotina para avaliar coração, rins, boca, olhos e conferir como andam os níveis de alguns hormônios são essenciais.


Problemas mais frequentes


Os problemas mais frequentes são quatro, e o melhor é que você pode prevenir a maioria deles ou, ao menos, evitar que avancem, diagnosticando cedo. Vajamos:


  • Alterações cardíacas: uma vida ativa e cheia de passeios faz muito bem à saúde cardíaca dos cachorros. Mesmo que seu animal tenha essa rotina saudável, com a idade, não custa prestar atenção em sinais como tosse e respiração ofegante, que entregam doenças no peito;

  • Problemas ortopédicos: são mais diagnosticados em animais de grande porte, como labrador e rottweiler. Caso o quadro se agrave, com o tempo o bicho pode ter dificuldade para se levantar e se locomover;

  • Insuficiência renal: acomete com maior frequência raças de pequeno porte, como poodle e cocker spaniel. Com o envelhecimento, os rins deixam de funcionar como deveriam e acabam eliminando nutrientes essenciais. Se o animal perder o apetite, emagrecer rapidamente, passar a beber muita água e fizer xixi a todo momento, leve-o depressa ao veterinário;

  • Disfunção cognitiva: os cães com idade muito avançada, às vezes sofrem de uma degeneração similar ao Alzheimer. Com isso, tornam-se lentos e distantes. O aprendizado e o treinamento que receberam ao longo da vida podem regredir consideravelmente.


Para entender um pouco mais acerca dos cuidados com os cães idosos, assista à reportagem da TV Cidade Verde (vídeo).



 

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Com informações de Abril Mídia

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