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Convívio com animais de estimação pode ser terapêutico

Há inúmeros benefícios no convívio com os animais, mas há muitos compromissos também. Psicóloga menciona benefícios e responsabilidades de conviver com um pet.

Os animais de estimação são capazes de transmitir a sensação de bem-estar por serem carinhosos e cuidarem das pessoas que estão ao seu redor, de forma pura e sincera. O cérebro humano é capaz de reconhecer um gesto sincero e, por isso, os benefícios desta convivência são sempre muito positivos. (Foto: Divulgação / Folha do Litoral News)

Que os animais domésticos se tornam parte da família, disso ninguém tem dúvidas. A interação afetiva com os pets pode trazer muitos benefícios, especialmente neste momento de pandemia, no qual muitas pessoas estão ficando mais tempo em casa, além de terem que lidar com sentimentos como angústia, medo e solidão.


A presidente do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR), Célia Mazza de Souza, é psicoterapeuta de famílias e explicou que diversas pesquisas apontam para os benefícios que os animais de estimação trazem para a saúde das pessoas.


“É importante destacar que um animal de estimação é um ser vivo, com necessidades de atividades físicas, alimentação, hidratação, higiene, educação, como todos os seres, em maior ou menor grau. Assim, ter sob sua responsabilidade um bichinho, como um cão, por exemplo, vai exigir que você interaja com ele, ensine-o a fazer suas necessidades fisiológicas em um lugar adequado, leve-o para passear, dê banho e/ou escove-o com regularidade, vacine-o, castre-o, leve ao veterinário”, mencionou Célia.


Com essa lista de cuidados, os animais podem dar grandes contribuições à família. “Especialmente os cães fazem com que as pessoas que têm sua tutela andem mais, interajam com outras pessoas (que também passeiam com seus animaizinhos), tenham responsabilidade por outra vida, além da sua própria. Isto pode, como aponta uma pesquisa tcheca, por exemplo, fazer diferença na saúde cardiovascular, considerando o aumento das atividades físicas da pessoa, para dar conta das necessidades de passeios com o animal”, observou a psicoterapeuta.


Além disso, cães e gatos ainda são um refúgio de afeto. “Cães são, em geral, bastante educáveis e apresentam uma interação afetiva intensa com a pessoa que o educa e cuida das suas necessidades. Quem não fica mais feliz em chegar em casa e ter uma recepção calorosa, com rabo abanando, sons variados, pulos e algumas lambidas? Os gatos são companhias esplêndidas, como bem descreveu Nise da Silveira, em seu livro 'Gatos, a emoção de lidar'. A atividade física pode ficar reduzida, mas é uma relação de respeito à individualidade, troca de carinho e cuidados maravilhosos”, descreveu Célia.


A psicoterapeuta revela que, assim como os animais podem diminuir os riscos de uma possível depressão, eles também causam preocupação e exigem responsabilidade de seus tutores.


“Na pandemia, no período de isolamento social necessário, para conter a velocidade do contágio, os animais podem fazer grande diferença, tanto para distrair e dar motivos para levantar; cuidar-se e cuidar; trocar afagos etc. Mas, também pode ser motivo de maior preocupação, considerando que para muitas pessoas a renda caiu e animal de estimação não é um objeto e muito menos descartável, como se pode observar os abandonos pelas ruas”, destacou Célia.


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Indicação terapêutica


Em alguns casos, os psicólogos chegam a indicar animais domésticos para fins terapêuticos. “Desde que o grupo familiar e a pessoa responsável pelos cuidados com o animal esteja ciente da responsabilidade a assumir. E se a ideia é dar para uma criança, por exemplo, é fundamental que os membros da família ensinem os cuidados e assumam a responsabilidade coletivamente. Existem diversos estudos e relatos de pessoas que apontam que o seu animal de estimação foi fundamental na sua recuperação de saúde”, explicou a psicoterapeuta.


Um animal faz com que a pessoa tenha uma rotina mínima. “Com horário para levantar, alimentar-se e alimentá-lo; brincar; passear, tudo isso já muda muita coisa na vida da pessoa. Coloca-a em movimento; lembra-a de cuidados básicos para a vida”, disse Célia.


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Para as crianças, ela afirma que um animalzinho traz lições de cuidado e responsabilidade com a vida, mas que necessita de supervisão de uma pessoa adulta, que lhe ensine o respeito pelo ser vivo. Já para uma pessoa adulta, a escolha tem que ser consciente do compromisso por, em média, de 20 anos de vida.


Uma pessoa idosa deve avaliar a adoção de um animal, considerando suas condições de saúde e possibilidades de atender às necessidades do pet.


“Em todas as idades o ideal é que o compromisso com a vida animal seja uma responsabilidade familiar. Há inúmeros benefícios no convívio com os animais, mas há muitos compromissos também. É uma vida que nos dá maravilhosas oportunidades de convívio social, aumento da atividade física, motivos para lidar com desafios da vida, para aprender a lidar com limites, liderança, empatia, valorizar a vida, às vezes tão frágil”, considerou a psicoterapeuta Célia Mazza.


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Com informações do Folha do Litoral News

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