Vigência da nova lei: primeira prisão por maus-tratos a animais no Piauí

Cachorrinho sofre atentado a golpe de facão na cidade de Valença, PI, tendo que receber cerca de 60 pontos cirúrgicos para fechamento do ferimento. Suspeito foi autuado sob vigência da nova lei, que aumenta as penas para os crimes praticados contra os pets.

Houve uma demora de aproximadamente 8 horas para o cãozinho Julim ser socorrido. (Fotos: Polícia Militar)

No Piauí foi registrada a primeira prisão de suspeito por maus-tratos a animais, após ter vigência a nova lei que aumenta as penas para os crimes praticados contra cães e gatos. O delito ocorreu na cidade de Valença, localizada a 210 km de Teresina, onde os policiais militares da Força Tática foram acionados após vizinhos ouvirem o choro de um cãozinho que sofreu um profundo corte na região das costelas, após ter sido atacado a golpe de facão.


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"Os vizinhos acionaram uma protetora de animais que avisou a PM. Ao chegar na casa, encontramos o animal com um ferimento muito grande. Ele (suspeito) estava alcoolizado e foi levado preso para a delegacia. Há menos de um mês, ele foi encontrado com uma moto roubada, espingardas e animais silvestres. Além disso, ele já respondeu por um homicídio em São Paulo", informou o comando da Força Tática da cidade de Valença, PI.


O suspeito foi identificado como Luis Ferreira da Silva e permanece preso.O delegado regional de Valença, Maycon Braga, conta que o suspeito confessou o crime e disse que queria "dar um pano de facão no animal".


"Na delegacia, ele disse que estava cortando madeira e o cão entrou no meio, que não teve culpa. Só que ele já havia dito à PM que queria dar um pano de facão porque o cão estava malinando, mas como estava embriagado acabou cortando o cachorro. De qualquer forma, ele está autuado e à disposição da Justiça. Foi a primeira prisão no Piauí após sancionado o aumento de pena na lei", explica o delegado.


O cão, que se chama Julim, foi levado pela Polícia Militar a um pet shop, local onde foi socorrido com atendimento veterinário, tendo que receber cerca de 60 pontos cirúrgicos para fechamento do ferimento. Franciel Júnior, estudante de veterinária que auxiliou no atendimento, conta que o animal havia perdido muito sangue e o ferimento foi bastante profundo. O atentado criminoso ocorreu por volta das 12h desta terça-feira (06), mas, por conta da longa demora, a vítima só foi atendida à noite, cerca de 8 horas após sofrer os maus-tratos.


Após uma longa demora e já tendo perdido bastante sangue, Julim foi transportado em uma viatura da Polícia para receber atendimento veterinário. (Foto: Polícia Militar)

"Foram feitos todos os procedimento veterinários. O corte foi muito profundo e atingiu as quatro camadas do corpo dele. Perdeu muito sangue e até chegar ao pet shop demorou. Hoje ele está melhor, está se alimentando e vai ficar com os pontos, pelo menos, por 15 dias", explica o estudante de veterinária.


O cachorro Julim está agora sob os cuidados da protetora Jôsy Ramôny Macedo, que é fundadora e coordenadora do projeto 'Amigos dos Pets de Valença'. Jôsy é a pessoa que acionou a Polícia para efetuar a prisão do suspeito e o resgate da vítima.


Uma vaquinha está sendo realizada para custear as despesas do tratamento de Julim. Assim que ele estiver plenamente recuperado, ficará disponível para adoção responsável.


Para obter mais informações sobre este caso e saber como ajudar na vaquinha, acesse:

Amigos dos Pets de Valença - Instagram

Jôsy Ramôny Macedo - Instagram

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Com informações do Bicharada

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