UFPI faz pesquisa sobre abandono animal em Teresina

Atualizado: 5 de ago.

Abandono animal é tema de uma pesquisa da UFPI que busca levantar dados sobre quais animais, cães e gatos, sofrem mais com esse tipo de crueldade, identificando os locais nos quais há maior incidência em Teresina, com objetivo de propor políticas públicas que possam minimizar os impactos dessa problemática nas comunidades.


Pesquisadores da UFPI levantam dados acerca da problemática do abandono animal em Teresina. Ajude os abrigos que prestam assistência a cães gatos carentes. (Imagem: TV Clube)

Pesquisadores da Universidade Federal do Piauí (UFPI) estão realizando um levantamento sobre o abandono de animais em Teresina. O objetivo da pesquisa é coletar dados para, posteriormente, propor políticas públicas que amenizem a problemática. Veja na reportagem da TV Clube (vídeo).



“A partir do momento que passarmos a conhecer a percepção das pessoas em relação a essa temática, temos um farto material para propormos políticas públicas que amenizem essa problemática. Nós esperamos encontrar nesse levantamento que estamos fazendo, a partir da contribuição das pessoas, é que elas tenham o mínimo de conhecimento, sensibilidade, em relação a essa problemática que assola não só nosso estado, mas o país e várias partes do mundo”, afirmou Marcelo Campos, coordenador da pesquisa.


Soraya Barbosa, uma das pesquisadoras envolvidas no projeto, explicou que informações como o tipo de animal mais abandonado e a região com maior incidência de abandono serão coletadas no levantamento.


“Precisamos dos dados. Primeiro, qual a região onde isso está com a maior incidência desses casos, qual o tipo de animal, qual a espécie, se é canino ou felino. Existem algumas coisas que a gente pode fazer como, por exemplo, a educação, para que as pessoas saibam como lidar com esses bichos, não praticar maus-tratos. Tem a parte da castração, tem várias outras coisas que a gente pode propor, mas isso só com o resultado da pesquisa”, comentou.


Questão de saúde pública


O abandono de animais é um ato de crueldade que prejudica não só a eles, mas também as comunidades, já que muitas doenças (zoonoses) podem ser transmitidas desses bichos para as pessoas.


“Entre elas estão as verminoses, transmitidas pelas fezes desses animais; o calazar, chamado de leishmaniose visceral, que é transmitido pela picada de um mosquito, é uma doença grave, se não tratada pode levar a morte; e a mais conhecida e perigosa, a raiva. São casos graves que precisam ser acompanhados por médicos, que podem evoluir para a gravidade e para o óbito”, explicou o médico infectologista Luciano Mourão.


Superlotação dos abrigos


O aumento no número de animais em situação de rua na capital piauiense, objetivo da pesquisa dos cientistas da UFPI, vem contribuindo para a superlotação dos abrigos, gerando consequências negativas na qualidade dos serviços oferecidos nesse centros de acolhimentos. Todos esses locais estão lotados e não possuem mais condições de receber mais bichos. Nesta semana, um dos maiores abrigos do Estado, a Associação Piauiense de Proteção e Amor aos Animais (Apipa), lançou mais uma campanha para arrecadar recursos por meio de doações, nas redes sociais. Acesse @apipaoficial.


“Os animais continuam abandonados na rua em quantidade enorme. Nós não temos condições de receber mais, está superlotado. Não era pra ter esse tanto, era pra ter bem menos, para que os animais ficassem bem acomodados. O que a gente não quer é que este abrigo se torne um local de acumulação de animais. A gente quer que eles passem por aqui e possam ter um lar, que é o que eles merecem”, disse Isabel Moura, coordenadora da Apipa.


Castração é uma das providências


Uma medida já defendida por muitos especialistas para coibir o crescimento da população de bichos em situação de rua é a castração. Segundo a coordenadora da Apipa, Isabel Moura, a castração diminui não só a procriação descontrolada de cães e gatos, como também evita a disseminação de diversas doenças.


“A castração, além de ser algo que vai diminuir essa procriação desenfreada, ela também evita doenças nos animais como o câncer de mama, câncer de útero, câncer de próstata. Esses animais que saem nas ruas pegam doenças e vão transmitindo de um para o outro”, afirmou.


O médico veterinário Airton Conde alerta para os cuidados e a responsabilidade que se deve ter com relação à interação com os animais em situação de abandono. “A gente tem que ter alguns cuidados quando for trabalhar com esses animais que estão na rua. Primeira coisa, a gente sabe das zoonoses que estão presentes no nosso ambiente, que são aquelas doenças que passam do animal para a gente, mas lembrar que há doenças que passam da gente para os animais. Tem que ter cuidado para saber se o animal é agressivo ou não, sempre lembrando que, às vezes, é interessante que você, que resgata o animal, deve ser responsável por ele, porque não é interessante você tirar o animal de uma situação de rua e abandoná-lo novamente”, finalizou.


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Devido à pandemia, as visitas ao abrigo da APIPA sofreram algumas restrições, sendo agora necessário que o visitante faça prévio agendamento por meio do Instagram.Castrar é preciso: apadrinhe uma castração no abrigo da APIPAGuarda Responsável de Animais: assumindo uma vida

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Existem diversas formas com as quais o amigo pode participar para contribuir com o trabalho assistencial da APIPA. Um modo bem simples e rápido de ajudar é fazer as doações em dinheiro por meio de transferência/depósito bancário (contas abaixo). O amigo também pode fazer doações (online) por meio do PagSeguro. Lembrando que a nossa associação sobrevive unicamente de doações. Não deixe de oferecer a sua solidariedade em prol do bem-estar dos nossos bichinhos carentes. Ajude-nos! ➥ Ajude! APIPA pede que as doações continuem durante pandemiaPandemia: APIPA sofre com redução de 70% nas DOAÇÕES ao abrigo CONTAS BANCÁRIAS DA APIPA (doações) CNPJ: 10.216.609/0001-56

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Com informações da TV Clube