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Protetores: heróis anônimos que ajudam animais em situação de vulnerabilidade

Uma proposição (PL 8.055-A/17) do deputado federal Marcelo Álvaro Antônio (PR/MG) criou, em 2017, o 'Dia Nacional do Protetor de Animais', que é celebrado anualmente no dia 10 de agosto, com objetivo de conscientizar a população sobre a importância do Protetor de Animais para a saúde pública e para a proteção e promoção dos direitos dos animais.

Respeite os animais! (Foto: Apelo Canino)

A Organização Mundial da Saúde estima que, só no Brasil, existam mais de 30 milhões de animais sem um lar, sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. De todos estes cachorrinhos abandonados, 14 milhões acabam em abrigos, sendo que 90% nunca encontrarão um tutor para chamar de seu.


Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. Em cidades menores a situação não é muito diferente. Em muitos casos o número chega a 1/4 da população humana.


A cidade de São Paulo, por exemplo, conta com apenas com um único CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), órgão responsável por cumprir políticas preventivas como vacinação, registro, castração e doação para os aproximadamente 1,6 milhão de bichinhos abandonados na cidade. Para poder suportar todos os atendimentos, seriam necessários pelo menos três CCZs na cidade.


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O drama do abandono


Segundo Rita Garcia, Coordenadora Executiva do ITEC (Instituto Técnico de Educação e Controle Animal), o número de animais cresce junto com o da população humana, assim como os problemas relativos a esse aumento. “Enquanto não existir uma política de impacto para atender essa demanda, que é enorme, o problema não vai diminuir”.


Isso mostra que o “fenômeno pet”, que inseriu cães e gatos no convívio familiar, não foi, nem de longe, acompanhado por estrutura pública de prevenção ou que resolva o drama da superpopulação e do abandono, pois não são somente cãezinhos SRD (Sem Raça Definida) que vivem nas ruas. Muitos dos cachorros abandonados possuem alguma raça ou são mistura, tendo sido irresponsavelmente jogados nas ruas por terem vindo com algum "defeito” (coisa/objeto), ou então por não poderem procriar mais, tornando-se “inutilizáveis” para os propósitos dos donos de canil, as chamadas fábricas de filhotes, que exploram o nefasto comércio de animais de estimação.


Pesquisas do IBGE estimam que o Brasil tem 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos domiciliados. Quantos destes irão parar nas ruas ou gerar crias indesejadas, que serão abandonadas assim que nascerem? A realidade por traz desses dados é bem mais preocupante do que se imagina.


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Os protetores


Pessoas que quando passam pela rua e veem um animal encolhido, desnutrido ou ferido, não conseguem seguir em frente indiferentes à situação. Estes heróis do dia a dia acolhem os animais, dão assistência veterinária, cuidam da alimentação, higiene e oferecem carinho, ao mesmo tempo em que, paralelamente, correm atrás de recursos financeiros, de voluntários que possam garantir lar temporário, entre outras providências. Todo este trabalho tem como objetivo a adoção, ou seja, conseguir uma nova família para os bichinhos resgatados.


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Ser “protetor de animais” é ter responsabilidade social de maneira totalmente independente e diferente de ações de caridade. Promover a conscientização em relação ao respeito aos animais é uma das bandeiras mais importantes da causa. Fazer com que as pessoas enxerguem que os animais têm uma vida que precisa ser respeitada, é uma batalha constante. Os animais não são objetos, ou coisas, e não estão no mundo para servir aos humanos.


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Com informações do Hypeness

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