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Petição: chega de manipular a genética dos frangos!

Assine a petição para que o Governo Federal e o Ministério da Agricultura (MAPA) regulamentem a seleção genética de frangos no Brasil, estabelecendo critérios éticos. Ajude a divulgar esta ação compartilhando em seus grupos, para que mais pessoas possam ser informadas sobre os bastidores cruéis da pecuária industrial no Brasil.


A Alianima criou este abaixo-assinado para pressionar o Ministério da Agricultura. Por meio de um simples gesto, participando desta ação de solidariedade, você vai dar a sua contribuição para minimizar o sofrimento desses inocentes que são brutalmente explorados pela pecuária industrial no Brasil. (Imagem: Alianima / Change.org)

Por que precisamos regulamentar a seleção genética de frangos no Brasil?



Enquanto você lê esta petição, cerca de 29.712 frangos são abatidos no Brasil.


A partir do fim da Segunda Guerra Mundial, quando a população humana voltou a crescer, a indústria da carne de frango começou a utilizar intensamente a tecnologia de seleção genética de aves criadas para abate como uma forma de aumentar a produtividade das granjas, ou seja, produzir mais carne com menos custos e o mais rápido possível.


Além de promover maior desenvolvimento da musculatura de peito e coxa, a seleção genética induziu também um crescimento muito acelerado dos frangos - em um ritmo de até 3 vezes maior que o natural, o que trouxe como consequência uma série de transtornos de saúde e bem-estar animal.



Conheça o verdadeiro preço da carne de frango


Um frango vive apenas 42 dias antes de ser abatido, período em que passa por um intenso crescimento, saindo de 60 gramas para quase 3 kg, peso considerado pela indústria como ideal para abate. Esse crescimento artificial é visto, sobretudo, nas coxas e no peito, consideradas as partes mais lucrativas para o mercado da carne de frango.


Como os órgãos vitais e a estrutura óssea desses animais não acompanham esse crescimento acelerado, essas aves apresentam uma série de doenças metabólicas e locomotoras:

  1. Deformidades nas pernas por não suportarem o peso do corpo são rotineiras nas granjas. Sentem muita dor, tornando-se incapazes de ficar em pé e se locomover, e em muitos casos, ocorrem até fraturas e problemas nas articulações. Por conta disso, muitos não conseguem alcançar comedouros e bebedouros, passando fome e sede.

  2. Morte súbita dos animais, em função de distúrbios cardiovasculares e respiratórios. O coração e os pulmões não dão conta dos músculos aumentados. Essa condição pode ser ainda mais exacerbada por estresse no ambiente e por deficiência nutricional das aves.

  3. Lesões de pele e nas patas, por não sustentar o sobrepeso.



Falácia e maquiagem verde ("greenwashing")


Como se não bastasse todo o sofrimento causado aos animais, a pecuária industrial tem alegado que a utilização de linhagens genéticas de crescimento rápido, dentre outras ferramentas para aumento da produtividade, compõe um sistema sustentável de produção de alimentos. Confira as principais alegações que surgem em debates sobre o tema:

  1. "Precisamos aumentar a produtividade para alimentar uma população humana que vem crescendo". MITO! Essa alegação não corresponde à realidade, posto que, para alimentar os bilhões de frangos abatidos anualmente, são necessárias toneladas de grãos cultivados, como soja e milho, cuja terra para plantio poderia ser aproveitada de forma mais eficiente para o cultivo de diversos alimentos vegetais diretamente para a população humana.

  2. "O agronegócio brasileiro garante segurança alimentar ao país". MITO! Essa indústria visa exclusivamente lucro e exporta uma boa parcela de seus produtos. Muitos desses alimentos não são economicamente acessíveis a todas as camadas sociais.

  3. "O modelo atual da pecuária é ecologicamente correto". MITO! Existe um alto gasto de energia, terras, água limpa, mão-de-obra e combustível para manter a produção, comercialização e exportação da carne de frango, mesmo utilizando linhagens de crescimento rápido. Ou seja: para manter o ritmo acelerado de produção, aspectos socioambientais são profundamente negligenciados.


Diante desse cenário que, além de ineficaz, parece desconsiderar mínimos padrões éticos em relação aos animais, nós, representantes da sociedade civil e membros das organizações de proteção animal - Alianima, Animal Equality, Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, Mercy For Animals, Proteção Animal Mundial (World Animal Protection) e Sinergia Animal - afirmamos que refrear o uso de linhagens de crescimento acelerado é uma atitude necessária e urgente a ser colocada em prática na cadeia produtiva de carne de frango brasileira.


Sendo o Brasil o maior exportador e o terceiro maior produtor de carne de frango do mundo, com uma cifra de 16,66 milhões de frangos abatidos diariamente (IBGE), precisamos da sua ajuda para que a seleção genética desses animais seja regulamentada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a fim de que os animais tenham o direito de crescer em um ritmo mais próximo do natural, reduzindo assim problemas de saúde e bem-estar na vida de bilhões de frangos explorados pela pecuária.


Juntos somos capazes de fazer melhores escolhas em direção a um sistema alimentar mais saudável para todos e menos prejudicial à vida dos animais.


Assine a petição e compartilhe em seus grupos, para que mais pessoas possam ser informadas sobre os bastidores cruéis da pecuária industrial.




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