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Período de festas e férias: entenda 7 perigos para os pets

Atualizado: 28 de dez. de 2021

Os médicos veterinários Thaysa Contaifer e Frederico do Vale alertam sobre má alimentação, fogos de artifício e outros contratempos comuns nas festas de fim de ano.

Os pets fazem parte da família e não podem ficar de fora das comemorações? Só que é preciso ter bastante cuidado! O que é festividade para os seres humanos, pode ser um terrível vilão para os bichinhos, como, por exemplo: decorações, ceias, fogos de artifício, entre outros. (Foto: Agencia RBS)

Apesar das festas de fim de ano representarem um momento de alegria e descontração, elas envolvem certos cuidados e preparações. Para os tutores de animais de estimação, essa cautela deve ser dobrada. Por isso, listamos aqui sete perigos para os pets no momento das celebrações:


1. Comida


É bem comum que, nas ceias de Natal e Ano novo, exista uma abundância de comidas deliciosas. O aroma parece ser quase tão bom quanto o sabor, e os pets, que possuem o olfato mais apurado que o ser humano, percebem isso bem melhor.


A doutora Thaysa Contaifer diz que devemos ficar atentos quando os animais estão ao redor da mesa. "Essas comidas de fim de ano são geralmente bem gordurosas, o que pode provocar gastroenterites, vômito e diarreia. Por conta também do excesso de carboidratos que esses alimentos têm, acabam dando uma disenteria nesses animais. Isso causa bastante dor abdominal, eles ficam mais apáticos, mais quietinhos, e também começam a apresentar bastante vômito que, às vezes, não é solucionado com medicação oral", alerta.


Já o médico veterinário Frederico do Vale destaca o maior vilão dos animais: o chocolate. "O chocolate, que pode intoxicar o seu animal e desenvolver quadros de vômitos e diarreias. Em caso de ingestão, procure um veterinário urgente", diz.


2. Decorações


As decorações natalinas são conhecidas por suas cores vibrantes e luzes piscando, além do adorno de várias bolas coloridas em pinheiros artificiais. Tudo isso é extremamente chamativo para os animais, o que pode gerar problemas.


Alguns pets acabam mordendo os fios dos pisca-piscas e se machucando. Para piorar, as decorações costumam trazer elementos tóxicos, se ingeridos. A recomendação é prestar bastante atenção no comportamento dos animais e, se possível, aplicar produtos vendidos em pet centers, que ajudam a afastá-los pelo gosto ruim.


"Animais que têm o habito de 'comer' tudo o que veem pela frente, então é preciso ter um cuidado dobrado, pois podem ocorrer acidentes em que algum objeto natalino seja ingerido", diz Frederico.


3. Bebidas alcoólicas


Pode parecer óbvio, mas os veterinários também alertam: "bebidas alcoólicas jamais devem ser fornecidas aos pets". Muitas pessoas costumam esquecer os copos em lugares acessíveis aos animais, acreditando que não fará mal algum. Entretanto, o álcool é absorvido mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos pets e, da mesma forma, é metabolizado no fígado. Alguns dos possíveis efeitos são náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma.


4. Calor


No Brasil, o fim do ano marca o início do verão. Os cuidados necessários são: dar água gelada e ficar atento para a hidratação dos pets, além de mantê-los em um local fresco e com sombra. Especialmente aos que possuem pelagem clara, é recomendado que se aplique o protetor solar específico para animais nas áreas mais sensíveis, como as orelhas.


5. Fogos de artifício


Fogos de artifício são habitualmente desagradáveis até para os próprios tutores dos pets, por verem seus animais tão assustados. Damaris Ferreira, do Rio de Janeiro, diz que suas gatas, Dark e Aya, costumam tentar fugir durante a queima e por isso procura manter as duas felinas dentro do quarto para evitar acidentes.


A doutora Thaysa explica o problema. "Os nossos cães, por exemplo, têm uma audição 50 vezes melhor do que a nossa, então eles são bem mais sensíveis. Acaba sendo um barulho muito estridente, incomodo e na maioria das vezes assustador, por isso que eles ficam bem estressados, tentando se proteger, de alguma forma, e se esquivar deste som. É preciso deixá-los o mais confortável possível", diz.


Frederico dá dicas sobre como amenizar o problema. .No momento da queima, recomendo deixar os animais dentro de casa, colocar algodão no ouvido dos pequenos, fechar as janelas e cortinas e botar panos embaixo das portas para abafar o som. Em alguns casos, o médico veterinário pode passar um remédio para os animais mais ansiosos. Em nenhuma hipótese, porém, deixe ele sozinho no quintal de casa", alerta.


6. Um pet de presente?


Algumas pessoas escolhem presentear seus familiares e amigos com um pet. É necessário, porém, pensar muito bem antes do gesto, e verificar se o presenteado tem condições e responsabilidade para cuidar do animal.


A surpresa pode ser inesquecível, mas é bom pensar duas, três ou até vinte vezes antes de fazer essa opção. O cuidado deve ser redobrado se o 'mimo' for destinado a uma criança. Via de regra, por ser desprovido de consciência e responsabilidade, o novo tutor não terá condição suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela termina ficando por conta dos pais. De qualquer forma, tal ato quase sempre resulta em sofrimento o inocente animal.



Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 30 milhões de animais abandonados no Brasil, sendo que grande parte dos casos que envolvem esta prática criminosa acontece justamente no período de fim de ano, período de festas e férias.


7. Viagens


Neste período ocorre o recesso escolar e as férias em diversos setores, e muitos aproveitam esse tempo para viagens mais prolongadas. Felizmente, hoje existem inúmeras pousadas e hotéis que aceitam receber os animais e contam com um espaço adequado para eles.


As famílias que desejam viajar sozinhas, porém, podem optar por contratar pet sitters ou deixar os animais em um hotel específico para eles. É importante fazer uma pesquisa sobre estabelecimentos confiáveis e deixar o contato pessoal com o responsável para o caso de emergências.


Também existe quem opte por viajar de carro e levar junto o seu amigo de quatro patas. O indicado é que eles sejam transportados dentro de uma caixa com tamanho adequado. Recomenda-se evitar alimentar o animal duas horas antes da viagem e fazer pausas frequentes par que eles possam fazer as suas necessidades e beber água.


Mesmo assim, ainda existem aquelas pessoas desumanas que são desprovidas de senso moral e empatia. Sem consciência e sem remorso, esta gente perversa sai em viagem de férias deixando para trás os seus animais de estimação, muitas vezes os abandonando na rua. Desta forma, os crimes de abandono de pets aumentam substancialmente nos finais de ano, gerando as suas nefastas consequências para os inocentes vitimados e para as instituições e protetores independentes que prestam assistência a animais em situação de sofrimento e vulnerabilidade.






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Com informações do Metrópoles

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