top of page

Lei: agressor de animais terá que arcar com despesas do tratamento no PI

Atualizado: 18 de dez. de 2021

A Lei 7.652/21, de autoria da deputada Teresa Britto (PV), determina que acusado de maus-tratos deve custear tratamento do animal agredido, inclusive, a ressarcir a Administração Pública por todos os custos relativos aos serviços públicos de saúde veterinária prestados para o total restabelecimento do animal vitimado. A nova norma legal, sancionada em 9 de dezembro pelo governador Wellington Dias (PT), já está em vigor em todo o Estado do Piauí.

Agradecemos à deputada Teresa Britto (PV), autora da Lei, por mais uma relevante proposição legislativa em benefício dos animais do Piauí. (Foto: Divulgação / Vet Plus)

O governador Wellington Dias (PT) sancionou, no dia 9 de dezembro, a lei de 7.652/21. Norma determina que o agressor que cometer o crime de maus-tratos deve arcar com as despesas do tratamento do animal agredido, no âmbito do Estado do Piauí. A lei foi sancionada logo após o caso envolvendo os animais explorados na Expoapi, quando cavalos ficaram feridos em acidentes ocorridos na BR-343 após serem atormentados com fogos de artifício. Veja reportagem da TV Cidade Verde (vídeo).




A proposta é de autoria da deputada Teresa Britto (PV) e determina que nos casos de crimes de maus-tratos cometidos no âmbito do Estado do Piauí, as despesas de assistência veterinária e demais gastos decorrentes da agressão serão de responsabilidade do agressor, na forma do Código Civil.


O agressor ficará obrigado, inclusive, a ressarcir a Administração Pública por todos os custos relativos aos serviços públicos de saúde veterinária prestados para o total restabelecimento do animal vitimado.



Quando a proposta foi apresentada na Alepi, a deputada Teresa Britto, autora do projeto, afirmou que a medida é mais uma forma de garantir a responsabilização do agressor pelo crime.


“A proposição visa cumprir o dever do Estado de zelar pelo bem-estar animal. De forma que, além da responsabilização criminal, é necessário responsabilizar o agressor pelos danos decorrentes do ato ilícito”, afirmou a parlamentar.


Legislação


O artigo 32, da lei 9.605 (Lei de Crimes Ambientais), de 12 de Fevereiro de 1998, diz que a prática do ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime, com uma pena de três meses a um ano de reclusão, mas em setembro de 2020 foi sancionada uma nova lei federal que aumentou as punições para quem maltratar cães e gatos, ampliando para uma pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa e proibição de o agressor ser tutor de animais. A norma ainda prever punição a estabelecimentos comerciais que facilitarem o crime.


Caso na Expoapi


Pelo menos 14 cavalos fugiram das baias da Expoapi após a indevida queima de fogos de artifício ruidosos durante uma apresentação musical na noite de quarta-feira (8). Estressados, animais tentam fugir dos estrondos provocados pelas explosões dos artefatos pirotécnicos e são atropelados na BR-343. Os graves acidentes decorrentes deste ato negligente e criminoso que violou a Lei 7.643/21 (proíbe utilização de fogos de artifícios ruidosos no Piauí), resultaram em morte e ferimentos graves aos inocentes cavalos, explorados para fins de entretenimento nas condenáveis vaquejadas realizadas naquele fatídico Parque de Exposições.


Na quinta-feira (9), o governador Wellington Dias afirmou que o Governo notificou a banda que utilizou fogos de artifício durante apresentação na Exposição Agropecuária do Piauí (Expoapi) causando vários acidentes com os animais que fugiram da feira em direção à BR-343, sendo atropelados.


Segundo o governador, o grupo musical será responsabilizado por ter infringido a lei que proíbe o manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de artifícios com estampidos, que possuem efeito sonoro ruidoso no Piauí. A lei foi sancionada há cerca de uma semana.


A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente de Teresina (DPMA) está investigando o caso do uso indevido de fogos de artifício que assustou e provocou a fuga de animais no evento. O procedimento preliminar de investigação foi instaurado na quinta-feira (9).


“Recebemos formalmente a denúncia, por meio de um Boletim de Ocorrência lavrado pela deputada. Vamos instaurar um procedimento preliminar para apurar maus-tratos em decorrência do uso desses fogos de artifícios proibidos por uma lei estadual”, informou o delegado Emir Martins.




 

Você também é solidário ao sofrimento de animais carentes? Faça a sua doação à Apipa!


Conta da Apipa para doações

CNPJ: 10.216.609/0001-56


Banco do Brasil

Ag: 3507-6 / CC: 57615-8

Chave Pix: apipa.bbrasil@gmail.com

 










Ajude a Apipa - situação de emergência


Produtos APIPA® - Promoção Especial


PROMOÇÃO INCRÍVEL - CAMISAS POR R$ 45


Cadelinha Érica quer ser adotada - ajude realizar a castração.







Solidarize-se com os animais da APIPA

Solidarize-se com os cães e gatos carentes assistidos pela APIPA. O nosso centro de acolhimento está sempre superlotado, operando com o dobro de sua capacidade, sendo necessário que se faça coletas diárias de doações de ração, material de limpeza, medicamentos veterinários e jornais. Um dia de consumo de ração no abrigo equivale a 25 kg para os cães adultos e entre 12 e 15 kg para os gatos, sem contar os filhotes. Para fazer a higienização do abrigo, usamos diariamente 5 litros de desinfetante e 5 litros de detergente, além de muito saco de lixo, esponjas, vassouras e rodos. O amigo interessado em ajudar pode entregar os donativos diretamente na sede da Entidade, ou ainda, se preferir, fazer as doações em dinheiro por meio de depósitos bancários (contas abaixo). A protetora Isabel Moura, que é uma das fundadoras e membro da atual diretoria executiva da APIPA, fala um pouco sobre a importância da adoção de animais carentes e o trabalho que a Entidade desenvolve na reabilitação de cães e gatos resgatados em situação de maus-tratos e abandono (vídeo).


Devido à pandemia, as visitas ao abrigo da APIPA sofreram algumas restrições, sendo agora necessário que o visitante faça prévio agendamento por meio do Instagram.

Como ajudar a APIPA

Existem diversas formas com as quais o amigo pode participar para contribuir com o trabalho assistencial da APIPA. Um modo bem simples e rápido de ajudar é fazer as doações em dinheiro por meio de transferência/depósito bancário (contas abaixo). O amigo também pode fazer doações (online) por meio do PagSeguro. Lembrando que a nossa associação sobrevive unicamente de doações. Não deixe de oferecer a sua solidariedade em prol do bem-estar dos nossos bichinhos carentes. Ajude-nos! Ajude! APIPA pede que as doações continuem durante pandemia Pandemia: APIPA sofre com redução de 70% nas DOAÇÕES ao abrigo Faça a sua doação de ração para cães e gatos: Ajude! Falta ração para alimentar mais de 300 animais famintos CONTAS BANCÁRIAS DA APIPA (doações) CNPJ: 10.216.609/0001-56

  • Banco do Brasil Ag: 3507-6 / CC: 57615-8 Pix: apipa.bbrasil@gmail.com

  • Caixa Econômica Federal Ag: 0855 / Op: 013 / CP: 83090-0 Pix: apipa.cef@gmail.com

  • Banco Santander Ag: 4326 / CC: 13000087-4


Com informações da TV Clube

Comments


bottom of page