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Ativistas realizam ato pelos Direitos Animais no Congresso Nacional

Atualizado: 16 de jul. de 2020

Intitulada “Exploração animal causa pandemia viral”, frases como “Animal não é coisa”, “Não ao abandono de animais” e “considere o veganismo” desenharam o prédio do Parlamento na noite desta terça-feira (14).

Usando o Congresso Nacional como plano de fundo, frases de impacto foram projetadas no prédio do Parlamento com objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de preservar a natureza e combater os crimes contra os animais. (Foto: Divulgação / Jornal de Brasília)

Após o contrabando de animais silvestres ganhar notoriedade nos últimos dias, organizações e grupos atuantes em defesa do meio ambiente e no combate aos maus-tratos aos animais organizaram para a noite desta terça-feira (14) um ato no Congresso Nacional.


O Grupo de Estudos sobre Direitos Animais e Interseccionalidades da Universidade de Brasília (GEDAI/UnB), a Frente de Ações pela Libertação Animal (FALA), a Mercy For Animals, o Fórum Animal, a Sociedade Vegetariana Brasileira e a Herbivoria realizaram projeções de frases como “Animal não é coisa”, “Não ao abandono de animais” e “considere o veganismo” pela extensão do prédio.


"É uma forma de a gente conscientizar as pessoas para a questão animal, dos maus-tratos, contra o abandono e, especialmente, nesse momento de pandemia, a gente está buscando também uma reflexão de que hábitos pessoais acabam tendo impactos globais", explicou a coordenadora do Gedai e uma das responsáveis pelo ato, Vanessa Negrini.


Em outros pontos da cidade, os ativistas fixaram recados em defesa ao veganismo. Segundo eles, o momento pandêmico atual também tem correlação com a forma com que o humano lida com o consumo animal.


"Existe relatório da ONU que mostram que 70% das principais doenças que foram acometidas nos humanos nos últimos tempos tiveram origem no consumo de carne animal. Então, é uma forma também de a gente conscientizar as pessoas sobre a forma com que nos relacionamos com os animais, a ponto que essa exploração acaba potencialmente sendo perigosa para os próprios humanos" , destacou Vanessa.


Entre os exemplos citados está o surgimento do próprio novo coronavírus, Síndrome Aguda Respiratória Grave (Sars), H1N1, Ebola, Gripe Suína e a Gripe Aviária.



Assista ao vídeo


A ação foi protocolada pelo deputado Celio Studart (PV-CE) e liberada pelos presidentes da Câmara e Senado, Rodrigo Maia e Davi Alcolubre, respectivamente.


Intitulada “Exploração animal causa pandemia viral”, a manifestação teve a duração aproximada de uma hora.



Animais silvestres (exóticos) em cativeiro


Um estudante de veterinária, Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, de 22 anos, ficou em coma induzido após ser picado por uma cobra Naja que matinha em ilegalmente em cativeiro, uma espécie exótica, que não existe no Brasil. De acordo com as autoridades, o animal chegou ao DF de forma ilegal e o caso segue sendo investigado.


Além do caso da Naja, no fim de semana, as autoridades encontraram até tubarões numa residência em Vicente Pires, cidade satélite de Brasília.



Operações policiais no DF


Na última semana, autoridades do Distrito Federal encontraram 16 cobras exóticas em situações similares. A polícia levanta a hipótese de tráfico de animais para a chegada das cobras até a América do Sul. A Polícia Civil do DF disse, nesta segunda-feira, que duas unidades do Órgão estão apurando este caso.


De acordo com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), os animais foram localizados após uma denúncia anônima. Conforme informou o denunciante, uma área rural de Taquara, em Planaltina, abrigava diversas serpentes escondidas em caixas. O caso é investigado pela 14ª DP.


Com isso, a partir da última sexta-feira, dia 10, a Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes Contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente (Dema) deflagrou a Operação Squamata, que visa “combater crimes contra a fauna, especialmente aqueles relacionados à manutenção ilegal de répteis em cativeiro e maus-tratos contra animais”.


Em Samambaia, a ação gerou a apreensão de mais sete cobras, sendo cinco jiboias e duas pítons. Além disso, foram resgatados três tubarões, um teiú e uma moreia. Os animais estavam em situação de maus-tratos e a maior parte era nativa de outros países. O proprietário do local foi autuado pela Lei de Crimes Ambientais e foi multado administrativamente por fiscais do Ibama.





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Com informações do Jornal de Brasília

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